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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Deus em Palavras Simples

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  Deus em Palavras Simples: um livro para quem busca Deus sem pressa Reportagem especial Em um tempo marcado pela pressa, pelo excesso de opiniões e pela fé muitas vezes transformada em discurso duro, “Deus em Palavras Simples: Palavras para quem vive, sente e busca Deus sem pressa” surge como um convite ao silêncio, à escuta e ao recomeço. Mais do que um livro religioso, a obra se apresenta como um espaço de encontro — entre Deus e o leitor, entre a vida real e a espiritualidade possível. Uma fé que caminha junto com a vida O livro nasce da experiência cotidiana: da dor que não tem nome, da alegria simples, das dúvidas que não cabem em respostas prontas. Cada capítulo é escrito como quem conversa, não como quem ensina. A proposta é clara: falar de Deus sem complicar, sem afastar, sem ferir. Ao longo das páginas, o leitor é convidado a perceber que a fé não acontece apenas nos grandes momentos, mas sobretudo nas pequenas escolhas, nos dias comuns e nos sentimentos que mu...

Você clicou. Agora aguenta ler.

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  Você clicou. Agora aguenta ler. Se você chegou até aqui, já fez mais do que a maioria. A maioria clica fácil. Basta um corpo exposto, uma fofoca, uma promessa vazia. Se fosse a foto de uma mulher pelada, isso aqui estaria lotado. Mas não é. E por isso quase ninguém vem. A maioria quer distração. Poucos querem responsabilidade, disciplina e constância. Não é falta de informação que impede as pessoas de crescer. É falta de decisão.
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  O Peso do Manto e a Luz do Castelo Como todo mundo sonha, esta noite eu fechei os olhos na minha cama, mas acordei em outro século. O ar tinha cheiro de terra seca e a brisa trazia o som distante de sinos. Ao olhar para baixo, não vi meu pijama, mas o brilho gasto de uma malha de aço e o branco de um manto marcado pela estrada, ostentando a cruz vermelha da Ordem. Desta vez, sonhei que eu era um Cavaleiro Templário. Mas eu não era um jovem recruta em busca de glória passageira. Eu sentia no corpo a solidez dos anos. Minha barba, já branca como a neve, roçava no gorjal de metal. Minhas mãos seguravam a espada não com a fúria da juventude, mas com a firmeza de quem conhece a batalha e sabe que a verdadeira vitória é a paz. Eu caminhava por uma estrada de terra batida, ladeada por muros de pedra antiga e árvores retorcidas pelo vento. Meus passos eram firmes dentro das botas de couro, cada pisada uma marca de quem já percorreu lugares distantes, de areias do deserto a invernos...